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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Diário do luto - cartas

"Continuo (dolorosamente) espantado de poder - finalmente - viver com minha tristeza, o que quer dizer, literalmente, que ela é suportável. Mas - sem dúvida - é porque posso, bem ou mal (isto é, com o sentimento de não o conseguir) dizê-la, fraseá-la. Minha cultura, meu gosto pela escrita me dá esse poder apotropaico, ou de integração: integro, pela linguagem.
Minha tristeza é inexprimível mas, apesar de tudo, dizível. O próprio fato de que a língua me fornece a palavra "intolerável" realiza, imediatamente, certa tolerância" - (Barthes, Diário do luto, p. 171).

* já perdi pessoas e países, mas nada parecido. Um pai, uma mãe. Ou um filho.
Ainda tenho esse livro guardado para você. Embrulhado. Junto ao outro, para dias mais felizes. Porque eu queria estar em ambos, nos felizes e nos difíceis.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

A quem poderia eu fazer esta pergunta (com esperança de respostas)?

Poder viver sem alguém que amávamos significa que a amávamos menos do que pensávamos?

Diário de luto, Barthes

quinta-feira, 10 de maio de 2012

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Todos são "muito gentis" -- e, no entanto, sinto-me só.


Barthes, Diário de luto